Namoro entre funcionários não pode ser proibido, alerta Sincomerciários

Com a convivência diária, muitas vezes os profissionais não conseguem evitar envolvimentos amorosos no ambiente de trabalho. E nem deveriam. Pelo menos é o que defende o Tribunal Superior do Trabalho (TST), já que se trata de um direito à intimidade que todos têm.

Segundo o Sindicato dos Empregados no Comércio (Sincomerciários) de Itapeva, o empregador pode ditar o comportamento dos namorados através de regras internas, mas não proibir. A transferência de setor, por este motivo, também não deve ocorrer. “O relacionamento deve ser respeitado. Caso haja demissão, constrangimento ou o colaborador se sinta prejudicado, ele pode entrar com uma ação na Justiça por assédio moral”, informa a instituição.

O comportamento do casal é importante para evitar problemas. “Eles devem ser profissionais. Beijos, abraços, cumprimentos amorosos precisam ser evitados. Relação sexual também não deve ocorrer no ambiente de trabalho. Estes fatores geram demissão por justa causa”, alerta o sindicato.

Para a instituição, o correto é manter a discrição e o respeito dos envolvidos. “Separando bem trabalho e namoro, todos só têm a ganhar, empresa e os apaixonados”, finaliza.


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Atualizado em 08/06/2017